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Pesquisa aponta liderança do Brasil em terceirização de impressão na AL Segundo a IDC, em 2006, o País foi responsável pela impressão de 10,7 bilhões de páginas, o que aumentou a participação nacional no setor. Por Computerworld publicado em 08/10/2007 O Brasil continua como o líder na América Latina no fornecimento de serviços de outsourcing de impressão, segundo estudo divulgado pela IDC.
No total, foram 10,7 bilhões de páginas impressas no País nessa modalidade, no ano passado, o que representou um crescimento de 28,8% em relação ao período anterior. Também com esses números, o levantamento aponta que o mercado brasileiro concentra hoje mais de 60% dos serviços contratados em toda a região latino-americana. Ainda de acordo com o estudo, intitulado Latin America Printing Outsourcing 2007, o País começa a ganhar destaque mundial, com muitas empresas multinacionais que iniciaram a contratação dos serviços no Brasil, replicando operações entre suas subsidiárias localizadas nos outros países da América Latina.
Publicidade Na avaliação da consultoria, o crescimento brasileiro em outsourcing de impressão indica a saída da primeira fase, em que o foco das empresas está em adquirir TI para reduzir custos, para uma segunda etapa, mais madura, que mira a procura pela terceirização dos processos de negócios (BPO). Mas a IDC ressalta também que isso não implica, entretanto, que o Brasil tenha atingido plena maturidade nos serviços de outsourcing de impressão. Os maiores contratos continuam sendo fechados, principalmente, pelas empresas dos segmentos de finanças e manufatura, aderidos de forma geral por companhias de grande porte de todas as verticais.
A consultoria observa em 2007 uma movimentação dos fabricantes de impressoras em treinar seu canal de revendas para prestar os serviços de outsourcing de impressão às pequenas e médias empresas. A principal aposta no crescimento do setor se deve a indicação dada pelo estudo quanto à ausência destes contratos no governo brasileiro. O segmento sempre foi um dos maiores investidores em tecnologia no Brasil. É estranho notar que o Governo ainda investe bastante em hardware e software, com poucas iniciativas na contratação de serviços de TI.
Fonte: www.computerworld.uol.com.br